África contemporânea

Eleições autárquicas: Não há razões para boicotes – 21 de Abril de 1997
UP treina gestores de documentos – 21 de Junho de 2022
República Democrática do Congo: Eleições são importantes para Grandes Lagos, considera o presidente ruandês – 25 de Outubro de 2005
Esclarece  administradora: Não temos deslocados a deambularem pelas ruas – 16  de  Julho de  2022
Lusos são convidados a ver com simpatia nosso processo – apelo do SG da Frelimo, Armando Guebuza, que ontem terminou uma visita a Portugal – 11 de Setembro de 2002
 Guiné-Bissau – “Nino” declara-se garante da democracia e estabilidade – 22 de Setembro de 1997
Nampula: Chuvas podem condicionar resultados do censo militar – 22 de Fevereiro de 2023
Portugal vai apoiar defesa da costa marítima – 19 de Setembro de 1997
Moçambique – Nove países prontos para enviar “capacetes azuis”, segundo Boutros Ghali – 20 de Janeiro de 1993
Meningite mata 300 pessoas no Chade – 27 de Março de 2000
Comando do Exército das Forças Armadas de Moçambique/Forças Populares de Libertação de Moçambique (FAM/FPLM) foi extinto – 15 de Agosto de 1994
Combate à fome: África deve abolir tarifas nos produtos agrícolas – 08 de Setembro de 2022 (Notícias)
Eleições zimbabweanas: Começa hoje contagem dos votos – 11 de Março de 2002 (Notícias)
África do Sul – Partido Democrático insta de Klerk a dissolver NP – 22 de Abril de 1997
Em que desapareceram 111 milhões de meticais – Assalto de Cheringoma é obra de homens da Renamo – segundo Augusto Mataca, comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala, desmentido pela “perdiz”, que fala em manobras do partido no poder – 19 de Agosto de 2004 (Notícias)
Governo empenhado na elevação do estado de espírito das FADM – 26 de Setembro de 2022 (Diário de Moçambique)
Programa Mundial para a Alimentação (PMA) expande distribuição de alimentos em Cabo Delgado – 3 de Janeiro de 2023
Cheias 2000 – 27 de Março de 2000
Cultura: Manu  Dibango em exclusivo ao ‘notícias’ – 12 de Abril de 2006 (Notícias)
Luísa Diogo Primeira-Ministra de Moçambique – 18 de Fevereiro de 2004 (Notícias)
FMI quer interagir com organizações da sociedade civil – 27 de Outubro de 2003 (Notícias)
Angola: Presos grevistas que exigem demissão de Eduardo dos Santos – 26 de Janeiro de 2001
Tabela Salarial Única vigora a partir de Julho próximo – 07 de Junho de 2022
África do Sul – Negócio de armas provoca crise no seio do Governo – 02 de Fevereiro de 2001
UA suspende Sudão exigindo autoridade civil – 02 de Agosto de 2019 (Notícias)
Guiné-Bissau – Conselho de Estado a favor da remodelação governamental – 26 de Maio de 1997
Deslocados recebem casas edificadas com base em garrafas – 06 de Abril de 2022
CPLP defende apoio dos “Sete” à reconstrução da Guiné-Bissau – 01 de Novembro de 2000 (Notícias)
FAO anuncia boas perspectivas de produção – 07 de Abril de 2008 (Notícias)
Direitos humanos afectados por mercantilismo – 10 de Dezembro de 1994

Factos históricos

Içar da bandeira de Moçambique, pela primeira vez, a 25 de Junho de 1975, no Estádio da Machava, no dia que foi proclamada a Independência Nacional, pelo presidente da República Popular de Moçambique, Marechal Samora Moisés Machel, após 10 anos de Luta Armada de Libertação contra o colonialismo português.

Assinatura do Acordo Geral de Paz, a 4 de Outubro de 1992, em Roma, Itália, entre o Governo de Moçambique e a RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana), marcando o fim da guerra civil que, durou 16 anos em Moçambique. O AGP foi assinado pelo presidente da República de Moçambique, Joaquim Alberto Chissano e o líder da RENAMO, Afonso Macacho Marceta Dhlakama.

Assinatura do Acordo de Cessação das Hostilidades, a 5 de Setembro de 2014, pelo presidente da República de Moçambique, Armando Emílio Guebuza e o líder da Renamo, Afonso Macacho Marceta Dhlakama. O Acordo pôs termo a 17 meses (15 de Outubro de 2012) de tensão política e confrontações militares entre as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique e as forças residuais da Renamo.

Assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional de Maputo, no dia 6 de Agosto de 2019, entre o Presidente da República Filipe Jacinto Nyusi e o Presidente da Renamo Ossufo Momade, pondo fim o conflito político-militar (de 2014 a 2016) entre o Governo e a Renamo.

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